sábado, 28 de março de 2009

Mais uma postagenzinha sem vergonha...

Vamos lá.
03:53 da madruga e amanhã eu trabalho.
Um domingo. Legal né?

O que eu tenho feito de bom?
Hummmm
Trabalhado, namorado e estudado.

Mudei de shopping, um perto de casa.
Sem trânsito, onibus fácil e com lugar pra sentar e muito menos vendas.
Fiquei efetiva no trabalho. Trabalho muito e ganho pouco.
Não se pode ganhar todas, não é?


Namorando. Sim. É um tanto quanto particular demais. Não vou falar sobre.

Estudado. Consegui ultrapassar absurdamente meu limite de faltas e agora preciso gabaritar uma prova. Mas meu computador não está funcionando direito. Logo não consigo concluir meu trabalho.
Ou seja. Me fudi.

Shows: André Matos e Maiden.
Os ultimos shows que fui.
Logo posto sobre os dois.
Embora não mereça grandes posts. Isso é fato.

Bem. Logo posto direito.
Já é tarde. A cerveja está me dando sono. Fim.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Porra, pai!
Para de fuxicar meu blog, ô caralho!




(esta mensagem se direciona ao sr. jorge raibott meu amado e pequeno papai)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Las Cagadas de La Chilli

Resumão básico de toda a sorte decorrida em minha vida desde a última postagem:

Comecemos, então, pelo motivo das não-postagens.
Falta de PC. Sim, meu querido amigo Bhrunno começou a consertar aquela merda que teimam em chamar de computador. Mas, por motivo de força maior, ele voltou a morar fora do Rio e largou meu "filhotinho" aqui, fodido.
O segundo motivo é que estou trabalhando (não diga aleluia).
Peguei um emprego temporário num shopping. Em época de Natal.
Depois com mais calma conto meus contratempos no novo trabalho.

As cagadas? Bem, foram muitas, acredite-me.
Minha família pela enésima vez concluiu que o título de ovelha negra da família é meu.
Me apaixonei e me desapaixonei.
E outras coisitas mais.

"Papai Noel, papai noel, já é Ano Novo...
Bota a bunda na janela que eu vou por de novo!"

Pois é. Pus a bunda na janela, caros amigos.
E puseram sem K.Y. ou cuspe. Mem uma margarina sequer.
Mais uma vez houve um fight entre minhas duas personalidades.
Bad Woman X Mãe de todos.
A "Mãe de Todos" toma no cu e a "Bad Woman" se revolta.
É mais ou menos assim.
Mas é Ano Novo, vida nova!

Pela Vigésima vez vou tentar consertar a porra toda.
Happy New Year, Motherfuckers!

sábado, 15 de novembro de 2008

Traduzir-se


TRADUZIR-SE

Uma parte de mim é todo mundo

outra parte é ninguém

fundo sem fundo.

Uma parte de mim é multidão

outra parte estranheza e solidão.

Uma parte de mim pesa, pondera

outra parte delira.

Uma parte de mim almoça e janta

outra parte se espanta.

Uma parte de mim é permanente

outra parte se sabe de repente.

Uma parte de mim é só vertigem

outra parte, linguagem.

Traduzir uma parte na outra parte - que é uma questão de vida ou morte - será arte?


Ferreira Gullar


Em alguma parte dessa vida eu me abandonei.

Não sei em qual parte, exatamente. Tantas. Tão turbulentas. Tão entediantemente calmas às vezes.

Lembro que fui uma criança educada, querida, amorosa.

E depressiva.

Normal eu nunca fui. Nunca serei e me orgulho disso.

São tantas pernas malhadas e cabelos pranchados. A roupa da protagonista da novela das 8. O corte de cabelo também.

Eu olho no espelho e me gosto. Olham para dentro de mim e se espantam.

Chilli, Dodger, Pri. Em algum lugar uma Priscilla se escondeu.

Eu sou o que os outros vêem. E o que eles vêem?

Difícil dizer... Uns querem me seguir, uns me olham torto.

Isso para o meu personagem, a Chilli.

A Devoradora, A Boêmia, A Louca.

Pode não parecer, mas meus desejos não são só físicos. Quero algo mais, mas não sei bem o que. Às vezes um bom papo, uma cerveja gelada, dar umas boas gargalhadas é tudo que eu preciso.

Às vezes. Mas o faço sempre. Por que?

Porque é aqui que me acompanham. Alguns poucos me emprestam ombros. Mas na real, nem quero.

É a minha independência, meu orgulho, ou seja lá como chamam, meu único bem.

Eu calejei. Família, amores, amigos. Tantas decepções. Sei bem que fracos são os que não perdoam. Mas desse jeito me sinto forte e assim está bom pra mim. Se não está ruim, de fato está bom.

Pode até ser que um dia eu mude, quem sabe. Para melhor, para pior...

Aos que me lêem agora, peço que não se assuste ou pré-conceitue.

É só um daqueles desabafos. Aqueles que damos quando enchemos de tudo ou coisa similar.


OBS: Estou sóbria.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008


O dia que não chegar atrasada, simplesmente não chegarei.
Show do Judas enfim.
Cheguei com o show iniciado.
E que porra de lei mala que proíbe fumar em locais fechados.
Mais malas são os seguranças. Fico imaginando o treinamento deles...
"Aprenda a detectar fumaça", "Olhe em volta, viu uma ponta avermelhada é brasa", etc.
A abordagem é melhor:


  • Segure o pulso do fumante metido a espertinho.

  • Olhe para a cara dele e aponte para o cigarro, na esperança que ele compreenda que é para apagá-lo.

  • Por último olhe feio para a cara dele, assim ele não voltará a infringir a lei.

Ao menos não me mandaram consumir o maço todo ou jogá-lo no lixo.


Citibank Hall vazio. Vazio para o Judas. Porra, o que esse povo anda ouvindo que não foi ao show.


Como RBD lota a casa e Judas Priest não?


Melhor assim. Mais tranquilo para uma mocinha sozinha. Sim, fui só.


Era cena bonita de se ver. Idades mistas. Boa quantidade de tiozões e tiazinhas, pais e filhos e jovens.


1:45 de show, aproximadamente. Muito pouco. Para mim, que prefiro Judas no início de carreira ficou faltando "The Ripper", "Victim of Changes" "Screming for Vengeance" e "Rocka Rolla"(minha biografia). "Diamonds and Rust", uma das minha preferidas, também.




Mas sem muitas reclamações. Me surpreendi vibrando com "Painkiller''! Surpresa nem tanto. Hill arrasa. Aliás, todos. Ápices: Halford entrando no palco de moto e ficar quase cara a cara com o K.K.


Halford em plena forma vocal.


Ouvir seus gritos ao vivo não se compara a nada. Certeza que baterei no peito e falarei aos meus netos: Vovó viu o Judas Priest. E foi demais. Toma esse cd e ouça música de verdade (e meu neto, provavelmente numa evolução mais trash de emo, olhará aquele objeto desconhecido e rirá, o filha da puta).


Aqui se despede uma metaleira que dormirá feliz.


Obrigada, oh pai, o natal chegou mais cedo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

"I was so high I did not recognize..."

Não, não estava alta, no máximo em êxtase...

Assim começou o show do Maroon 5.

E eu, como não podia deixar de bancar a tapada, estava no banheiro.

Mas isso é relevante.

Saí correndo driblando seguranças que queriam me arranjar um lugar na arquibancada e me ajudar com informações. Loucos.

Lá estava ele. Adam Levine. Com uma calça skinny igual a minha, diga-se de passagem.

Fiquei eufórica. Encostou uma groupie em mim. Voltei no tempo, cerca de 7 anos atrás. Show dos Backstreet Boys. Eu vibrando, emocionada. Comparação inútil tendo em vista que daqui a mais 7 anos não vou me envergonhar de ser fã do Maroon.

Não teria como. Ouvi "eca" a semana inteira quando falei sobre o show.

Besteira. Parecia que estava ouvindo o cd. Não, não era playback. No way.

Adam canta muito, sim. A banda toca muito. Vibrei ouvindo o piano de Jesse Carmichael. E gritei quando ele solou.

Mais uma vez me remeti aos meus 13 anos, eu em pleno Maracanã gritando "A.J eu te amo! Me dá seu telefone! Casa comigo!"

Enfim, dessa vez cantar todas as músicas aos berros e lacrimejar ao som de The Sun foi o suficiente.

Só de pensar que não viveria este momento...

Maroon 5 é uma das minhas bandas preferidas e olhe só, nem é metal!

Achei que não conseguiria ir, pois vida de desempregado é foda. Não há melhor palavra.

Mas meu pequeno pai, Jorge Bolseiro, me deu de dia das crianças ingresso.

Yeah, eu ainda ganho presente de dia das crianças!!!

A grana que tinha conseguido segurar comprei o ingresso do Judas Priest.

Fui a criança mais feliz nesse 12 de Outubro.

Ansiei pelo dia.

Portão abrindo as 21:00, D. Franciny me chega aqui as 20:00 querendo ainda comer e etc.

Não preciso dizer que lhe enfiei qualquer coisa goela abaixo e a arrastei para a rua.

HSBC Arena. Porrinha de lugar longe do cacete.

Longe não, mas de difícil acesso.

E porque pessoas cismam em dar informação mesmo sem saber?

Pedi ajuda a uns 3 ou 4 transeuntes. Todos enrolados e dando direções completamente opostas!

Enfim chegamos.

Proibida a farofada. Coma seus perecíveis aqui ou jogue-os no lixo. Não entrará com eles.

"Meu bem, sou diabética. E se eu precisar comer, passar mal...?"

De fato passei. Hipoglicemia. Pura emoção. Ridículo eu sei. Mas foda-se. Com todas as letras:

F

O

D

A

-

S

E



Por que eu vi o Maroon ao vivo. Cantei junto. Gritei.

E agora é esperar o Judas...

Amanhã!

Aguardem informações.


I won't go home without you - A galera cantando junto com o Adam

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

"Qualquer dia desses vou fugir de casa... [05/11/08]


... Não volto. Não volto!"



Várias vezes cantei isso em momentos de surto.



Hoje vendo o telejornal, coisa q admito raramente fazer, vi uma reportagem sobre um garoto que fugiu de Valença para o Rio de bicicleta.



"Não tive motivo, apenas quis ir embora", disse o garoto.






Mesmo que o motivo tenha invalidado, sempre fica uma vontade de sumir...



Deixar tudo e todos para trás. Vida nova!



Lembro de quando eu era pequena... Quando minha avó brigava comigo eu pegava uma sacola de mercado e colocava duas calcinhas dentro e saía.



Só andava de calcinha mesmo. Era meu básico. O suficiente para ser feliz!



O que me fodia a vida era o elevador. Tinha medo de andar sozinha nele. Mais medo tinha das escadarias sombrias do prédio.



Então, minha fuga terminava no fim do corredor.


Hoje aos 20 anos ainda vivo isso. Mas o corredor e o elevador são apenas metáforas...