sábado, 15 de novembro de 2008

Traduzir-se


TRADUZIR-SE

Uma parte de mim é todo mundo

outra parte é ninguém

fundo sem fundo.

Uma parte de mim é multidão

outra parte estranheza e solidão.

Uma parte de mim pesa, pondera

outra parte delira.

Uma parte de mim almoça e janta

outra parte se espanta.

Uma parte de mim é permanente

outra parte se sabe de repente.

Uma parte de mim é só vertigem

outra parte, linguagem.

Traduzir uma parte na outra parte - que é uma questão de vida ou morte - será arte?


Ferreira Gullar


Em alguma parte dessa vida eu me abandonei.

Não sei em qual parte, exatamente. Tantas. Tão turbulentas. Tão entediantemente calmas às vezes.

Lembro que fui uma criança educada, querida, amorosa.

E depressiva.

Normal eu nunca fui. Nunca serei e me orgulho disso.

São tantas pernas malhadas e cabelos pranchados. A roupa da protagonista da novela das 8. O corte de cabelo também.

Eu olho no espelho e me gosto. Olham para dentro de mim e se espantam.

Chilli, Dodger, Pri. Em algum lugar uma Priscilla se escondeu.

Eu sou o que os outros vêem. E o que eles vêem?

Difícil dizer... Uns querem me seguir, uns me olham torto.

Isso para o meu personagem, a Chilli.

A Devoradora, A Boêmia, A Louca.

Pode não parecer, mas meus desejos não são só físicos. Quero algo mais, mas não sei bem o que. Às vezes um bom papo, uma cerveja gelada, dar umas boas gargalhadas é tudo que eu preciso.

Às vezes. Mas o faço sempre. Por que?

Porque é aqui que me acompanham. Alguns poucos me emprestam ombros. Mas na real, nem quero.

É a minha independência, meu orgulho, ou seja lá como chamam, meu único bem.

Eu calejei. Família, amores, amigos. Tantas decepções. Sei bem que fracos são os que não perdoam. Mas desse jeito me sinto forte e assim está bom pra mim. Se não está ruim, de fato está bom.

Pode até ser que um dia eu mude, quem sabe. Para melhor, para pior...

Aos que me lêem agora, peço que não se assuste ou pré-conceitue.

É só um daqueles desabafos. Aqueles que damos quando enchemos de tudo ou coisa similar.


OBS: Estou sóbria.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008


O dia que não chegar atrasada, simplesmente não chegarei.
Show do Judas enfim.
Cheguei com o show iniciado.
E que porra de lei mala que proíbe fumar em locais fechados.
Mais malas são os seguranças. Fico imaginando o treinamento deles...
"Aprenda a detectar fumaça", "Olhe em volta, viu uma ponta avermelhada é brasa", etc.
A abordagem é melhor:


  • Segure o pulso do fumante metido a espertinho.

  • Olhe para a cara dele e aponte para o cigarro, na esperança que ele compreenda que é para apagá-lo.

  • Por último olhe feio para a cara dele, assim ele não voltará a infringir a lei.

Ao menos não me mandaram consumir o maço todo ou jogá-lo no lixo.


Citibank Hall vazio. Vazio para o Judas. Porra, o que esse povo anda ouvindo que não foi ao show.


Como RBD lota a casa e Judas Priest não?


Melhor assim. Mais tranquilo para uma mocinha sozinha. Sim, fui só.


Era cena bonita de se ver. Idades mistas. Boa quantidade de tiozões e tiazinhas, pais e filhos e jovens.


1:45 de show, aproximadamente. Muito pouco. Para mim, que prefiro Judas no início de carreira ficou faltando "The Ripper", "Victim of Changes" "Screming for Vengeance" e "Rocka Rolla"(minha biografia). "Diamonds and Rust", uma das minha preferidas, também.




Mas sem muitas reclamações. Me surpreendi vibrando com "Painkiller''! Surpresa nem tanto. Hill arrasa. Aliás, todos. Ápices: Halford entrando no palco de moto e ficar quase cara a cara com o K.K.


Halford em plena forma vocal.


Ouvir seus gritos ao vivo não se compara a nada. Certeza que baterei no peito e falarei aos meus netos: Vovó viu o Judas Priest. E foi demais. Toma esse cd e ouça música de verdade (e meu neto, provavelmente numa evolução mais trash de emo, olhará aquele objeto desconhecido e rirá, o filha da puta).


Aqui se despede uma metaleira que dormirá feliz.


Obrigada, oh pai, o natal chegou mais cedo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

"I was so high I did not recognize..."

Não, não estava alta, no máximo em êxtase...

Assim começou o show do Maroon 5.

E eu, como não podia deixar de bancar a tapada, estava no banheiro.

Mas isso é relevante.

Saí correndo driblando seguranças que queriam me arranjar um lugar na arquibancada e me ajudar com informações. Loucos.

Lá estava ele. Adam Levine. Com uma calça skinny igual a minha, diga-se de passagem.

Fiquei eufórica. Encostou uma groupie em mim. Voltei no tempo, cerca de 7 anos atrás. Show dos Backstreet Boys. Eu vibrando, emocionada. Comparação inútil tendo em vista que daqui a mais 7 anos não vou me envergonhar de ser fã do Maroon.

Não teria como. Ouvi "eca" a semana inteira quando falei sobre o show.

Besteira. Parecia que estava ouvindo o cd. Não, não era playback. No way.

Adam canta muito, sim. A banda toca muito. Vibrei ouvindo o piano de Jesse Carmichael. E gritei quando ele solou.

Mais uma vez me remeti aos meus 13 anos, eu em pleno Maracanã gritando "A.J eu te amo! Me dá seu telefone! Casa comigo!"

Enfim, dessa vez cantar todas as músicas aos berros e lacrimejar ao som de The Sun foi o suficiente.

Só de pensar que não viveria este momento...

Maroon 5 é uma das minhas bandas preferidas e olhe só, nem é metal!

Achei que não conseguiria ir, pois vida de desempregado é foda. Não há melhor palavra.

Mas meu pequeno pai, Jorge Bolseiro, me deu de dia das crianças ingresso.

Yeah, eu ainda ganho presente de dia das crianças!!!

A grana que tinha conseguido segurar comprei o ingresso do Judas Priest.

Fui a criança mais feliz nesse 12 de Outubro.

Ansiei pelo dia.

Portão abrindo as 21:00, D. Franciny me chega aqui as 20:00 querendo ainda comer e etc.

Não preciso dizer que lhe enfiei qualquer coisa goela abaixo e a arrastei para a rua.

HSBC Arena. Porrinha de lugar longe do cacete.

Longe não, mas de difícil acesso.

E porque pessoas cismam em dar informação mesmo sem saber?

Pedi ajuda a uns 3 ou 4 transeuntes. Todos enrolados e dando direções completamente opostas!

Enfim chegamos.

Proibida a farofada. Coma seus perecíveis aqui ou jogue-os no lixo. Não entrará com eles.

"Meu bem, sou diabética. E se eu precisar comer, passar mal...?"

De fato passei. Hipoglicemia. Pura emoção. Ridículo eu sei. Mas foda-se. Com todas as letras:

F

O

D

A

-

S

E



Por que eu vi o Maroon ao vivo. Cantei junto. Gritei.

E agora é esperar o Judas...

Amanhã!

Aguardem informações.


I won't go home without you - A galera cantando junto com o Adam

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

"Qualquer dia desses vou fugir de casa... [05/11/08]


... Não volto. Não volto!"



Várias vezes cantei isso em momentos de surto.



Hoje vendo o telejornal, coisa q admito raramente fazer, vi uma reportagem sobre um garoto que fugiu de Valença para o Rio de bicicleta.



"Não tive motivo, apenas quis ir embora", disse o garoto.






Mesmo que o motivo tenha invalidado, sempre fica uma vontade de sumir...



Deixar tudo e todos para trás. Vida nova!



Lembro de quando eu era pequena... Quando minha avó brigava comigo eu pegava uma sacola de mercado e colocava duas calcinhas dentro e saía.



Só andava de calcinha mesmo. Era meu básico. O suficiente para ser feliz!



O que me fodia a vida era o elevador. Tinha medo de andar sozinha nele. Mais medo tinha das escadarias sombrias do prédio.



Então, minha fuga terminava no fim do corredor.


Hoje aos 20 anos ainda vivo isso. Mas o corredor e o elevador são apenas metáforas...









sábado, 25 de outubro de 2008

Um bom filho a casa torna...


Dias sem postar, mais uma vez.
A preguiça em mim abunda. E se alia a falta de computador.
Meu amor, meu filho, meu namorado, meu amado pc está em greve.
Liga, mas nem executa nada.
Sem muitas novidades...

Vou ao show do Judas Priest. E o Maroon 5 também!
Continuo desempregada.
Voltei ao status solteira.
Mais três apresentações de dança do ventre, ou seja, mais ensaios exaustivos.
Tive mais um domingo insano, com direito a briga de torcida organizada em frente ao restaurante que eu almoçava. Vasco X Flamengo. Muita porrada, desespero e morteiros.
Ganhei o título oficial de "Ovelha Negra da Família".

Sabe aqueles dias que você acorda cheio de idéias e ao tentar por em prática esquece?
Então, é hoje.
Passar bem.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Capetas em forma de guris

Um domingo calmo, sentada em frente a tv vendo Faustão nunca acontecerá em minha vida.

É preciso ser bem caótico. Senão não tem graça.

Dia das Crianças.

Não, não. Nada de dia 12 de outubro e presentes. Foi dia das crianças perturbarem.

Votação para prefeito e vereador. Espero meu pai me levar em Ramos para votar.

Ele, ainda tendo que trabalhar e votar em Copacabana, resolve almoçar antes.

Fomos a Tijuca, no restaurante da portuguesa.

(Deus, não me deixe faltar carro, porque tudo isso de ônibus...)

Chegando lá o Gustavo, enteado do meu pai, cismou de sentar em tal lugar. Meia hora depois estava uma porta de blindex desabando em cima da cabeça dele. Eu podia jurar que havia um alvo embaixo da cadeira...

Desespero. Afinal não é todo dia que uma porta de vidro enorme explode na cabeça de uma criança de 6 anos. E a criança de 6 anos ainda é bem magra e frágil...

Guga grita e chora. Eu olho e vejo um caco enterrado na cabeça dele. Minha madrasta e meu pai correm e apertam a cabeça do guri. Eu me ponho a berrar, "Tira a mão! Não põe a mão!"

Será que não sabem q não se mexe no acidentado????

Meu pai gosta do meu brado e faz o mesmo.

Clientes gritando que era tiro. Levamos a criança ao hospital então.

Meu pai, que já estava com o menino no colo, corre para o carro. Mas para que chaves, celular, nextel e bolsa, ?

Lá vou eu catando tudo que deixaram para trás. Entram cacos na minha sandália. Eu tiro e sacudo, mas não há tempo de repor. Saio correndo com bolsas, celulares, chave do carro, sandália não mão e um pé descalço. O motoboy do restaurante vai na frente abrindo caminho e meu pai atrás jurando que está dirigindo uma ambulância. Entram no hospital correndo. Deixam para trás o carro aberto com a chave na ignição. É, meu pai esqueceu que não sei dirigir. O motoboy se oferece pra estacionar. Entro no hospital, tremendo tanto que parecia que dançava o créu velocidade 10. Sandália na mão, bolsas e nada de avistar ninguém. De repente só dedos me indicando o caminho, como placas. Encontrei. Meu Deus, cada dia que passa estou mais mulherzinha. Olhei a criança, meus olhos inundaram, "Ele vai ficar bem?".

Ficou bem de fato (e eu não terminei meu filé mignon ao molho de vinho com arroz a piamontese...)

Só um susto, pra ver se nós estávamos espertos.

Votei e fui para a casa da Fran. Festa de 3 anos do Coelho, o caçulinha.

Festa de criança é sempre a mesma coisa. Crianças mal-educadas e sujas correndo e empurrando. Doces, muitos doces. Adultos malas puxando assuntos nada a ver.

Mas essa foi com esfihas do Habib´s e Mortal Kombat!

Dentre tudo mais uma menina antipática que quis folgar comigo, descobrir que pegar um táxi na Avenida Brasil é quase impossível, ter 20 é um saco pois os brinquedos tem permissão para idade máxima de 10 anos, festa de criança não tem cerveja...

Salvo o nosso campeonatozinho de Mortal Kombat!

Anos que não jogava fliperama...

Ou "frip"/"friper" como alguns menos favorecidos costumam dizer.

Cara, tinha esquecido como era bom!!! E junto esqueci todos os macetes de poder.

Ficamos só nos chutes e socos e liberando poder por pura cagada.

Reparem que há sempre um engraçadinho que escolhe o Motaro.

Para quem não se lembra, Motaro é aquele centauro enorme que só é vencido se o oponente agachar e socar debaixo para cima. Eu não lembrava disso. Perdi o campeonato.

Também havia me esquecido que quando começo a jogar não consigo parar. Monopolizei a máquina e estava quase rosnado quando se aproximavam. Coisas da vida.

Acabou a festa e fiquei esperando a mãe da Fran me levar a um ponto mais próximo. Com isso saí de Bonsucesso mais de 22:00.

Cheguei em casa quase as 23:00. Abrindo meu portão, olho de relance para o lado e vejo uma cabeça. "Puta que me pariu. Morei 7 anos em Ramos e nunca vi nada similar!"

Lá vem o ataque de vara verde de novo. Dessa vez 3 vezes mais intenso.

Não, não era uma cabeça cortada no meu portão. Era um táxi estacionado com um homem deitado ao lado. Só pude ver a cabeça.

Um bêbado, um morto, um infartado?

Não, um mendigo que SEMPRE dorme ali, segundo minhas tias.

Nunca reparei. Nunca.

sábado, 4 de outubro de 2008

CPF (Carol, Pri e Fran)


Status de hoje: Dor no baço. Sim, de tanto rir. Dormi na casa da Carol ontem. E como sempre, quando nos juntamos é só alegria. Fui conhecer a casa nova dela. Eu, Franciny e Geórgia, esta última uma amiga dela, super divertida, aliás. Coisas de menina. Bebemos, comemos besteira e rimos MUITO. É muita abobrinha para pouca mulher. Eu, cansada, logo peguei no sono. Mas, rolou um day after também. Com direito a prova de roupas e hidratação capilar.
Deixei de ir no Electron... Uma dessas festinhas gays que adoro ir. Mas valeu a pena sim. Sempre vale. Passemos disso para a novidade do dia: estou namorando.
Yeah, morre a Chilli pegadora e nasce uma Chilli compromissada. Mas a essência é a mesma, eu garanto.
Agora só é menos festas e nenhuma pegação.
E depois de tanto fugir do compromisso, eu mesma pedi o "anjo" em namoro.
Já que vou largar a vida boêmia, que tenha algum estilo...
E o anjo, que por vezes citei nesse blog, se chama Ernanes.
Já não há mais porque "preservá-lo".
Por hoje é só. Fique ligado e espere mais um capítulo da sua novela mexicana "La Cabeza de La Chilli".

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

A preguiça em mim abunda...

Dias que não escrevo... Quase um mês.
É pra evitar a fadiga.
E também do que adiantaria me esforçar se, como agora, nada de interessante pode surgir?
Então, pra recomeçar a atividade blogal farei um resumão.
Já rcuperei a saúde. Fui batizada na Cia de Dança Nafisa Shazadi.
E... ahn... esqueci.
Whatever, comecemos do zero então.
Passar bem e boa noite.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Repouso...

Sabotagem diabética.
É, meu caro... Meu açúcar subiu e destruiu meu fim de semana.
Mas eu sabia que isso ia acontecer. Cedo ou tarde.
Coquetel bomba: cansaço, estresse, alergia, insulina/remédios mal administrados, noites mal-dormidas a toa. Pronto. Descontrole glicêmico.
Tanta coisa boa para fazer fim de semana e eu aqui, inventando coisas para fazer.
Tá, eu estava querendo passar o fim de semana em casa, para variar, sair da rotina...
Mas não tinha coragem. Não podia deixar meus companheiros curtirem toda aquela boemia sozinhos.
Mas aqui estou eu em casa, com minhas tias e meu priminho, vendo tv a cabo.
E não estou arrependida. Provavelmente por que ninguém me ligou ou mandou scrap chamando para algo "tentador".

Ah, minto. Carol, minha amiga alma gêmea, me chamou para o show do Leoni. Pena, gostaria muito de ir, mas não tenho condições nenhuma de ficar em pé.
E amanhã como minha tia já quer me arrastar para a rua, tirando-me do repouso total, domingo tentarei dar uma saída. Pra um ou outro show cover do Angra.
Voltando a hoje e a família e a tv a cabo. Acabei de assistir "Motoqueiros Selvagens". Comédia ótima. Sem sexo, palavrão, nudez, adolescentes tarados ou drogas. Elenco de peso... John Travolta, Martin Lawrence, Tim Allen mais um ator que não sei o nome e sempre faz papeís geeks, como motoqueiros de meia-idade paspalhões. Ray Liota e Marisa Tomei também no elenco. Participações especialíssimas do Dr. Drew, Paul Sr e Ty Penningnton. Quem são eles? Dr. Drew tem um programa de sexualidade, Paul Sr é desing de motos no programa American Chopper (que eu adoro) e Ty Pennington é apresentador do Extreme Makeover Homer Edition (que eu também adoro). Todos programas da tv a cabo e se não me engano da ABC.
É engraçado quando encontramos "figuras" fazendo participação em filmes. É algo como: "Olha! É o Paul Sr!!! Uau!" Bem animado e surpreso. E olha que vejo o programa de vez em quando, vejo mais a propaganda, já que na tv praticamente só assisto People&Arts.
Mas deixe-me concluir... O filme é MUITO engraçado e leve. Indico.
Falar em filmes preciso mesmo de um emprego bem remunerado. Várias estréias "do caralho"
no cinema. Sim, me desculpe, mas melhor expressão não há!
Ensaio sobre a cegueira, Mamma Mia, Hell Boy II...
E eu sem emprego e sem estudar. Sem estudar = Sem meia-entrada para estudantes.
Bem, o negócio é baixar na net mesmo. Fazer o que ?

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

É MARA!

Status do dia: Cansada. Não, cansada é pouco. Cansadíssima. Acabada. Podre. Morta.
Só hoje, exatamamente agora as 22:45 estou tendo força para postar.
Sexta feira foi um dia light, rotininha básica durante o dia. Curso - pegar criança na escola - dar comida - levar a natação - buscar da natação.
A noite teatro. Peça ótima... "Lavando almas". Fico devendo uma crítica, pois vi cansada e lutando contra o sono. Mas só pra constar tratava-se de um drama-comédia religioso. Senhora que fazia um ritual de lavar roupas alheias afim de lavar-lhe as almas. Logo a verei com mais disposição e falarei sobre, aqui.
Era para ter visto outra peça antes, mas perdi a hora e fiquei matando o tempo, batendo papo com meu companheiro Octávio.
Aliás, incrível como ficamos tão amigos. Uma das únicas pessoas que falo sobre TUDO. Quem diria, ele me achava tão escrota (palavras dele) e eu achava ele tão mala. Épocas de escola.
Voltando ao fim de semana... Sábado ensaiando. Apresentação de dança do ventre mês que vem. Coreografia sensual e dificílima, e aí vai minha dedicação. Direto de lá aniversário de uma amiga, a Pedrette. Prometi que ia na tal feijoada dar um abraço na minha xará. Chegando lá um sambinha... E eu com o quadril em brasas depois de 3 horas ensaiando, caí no samba. Gente bonita, alternativa, boa música, bom papo. E eu tive que ir embora. Festa na casa da Renata. Tinha dito há mais de um mês que iria. Tomo umas 4 cervejas e saio. Meio que tonta fui até a loja do meu amigo e pedi pra me acompanhar até o ponto de ônibus. Eis que o Gringo, o meu amigo, exige minha presença dia seguinte no Detecter, evento de rock que ele produziu. Pronto, mais uma parada na minha maratona. Mas eu não iria faltar, não poderia. Uma vitória de alguém que gosto muito e merece. Precisava estar lá.
Enfim, segui para Vila Isabel, no 625, o ônibus mais demorado de todos os tempos.
As tais cervejinhas da festa da xará fizeram efeito. Meu Deus. Foram 45 minutos rezando para minha bexiga suportar. Combinação mortal = bexiga cheia e O.B.
Mas consegui suportar (Juro que achei que não conseguiria) até o shopping mais próximo.
Chegando na casa da Rê, nem tinha festa. Eu, ela e um amigo iríamos para a quadra da Unidos de Vila Isabel (Alô Vila Isabel!) para ver Arlindo Cruz. Incrível, não?
Salvo pelas besteiras ditas por nós três, pelas piadas do pai da Rê e pelo meu porre.
Sim, cervejas de marcas variadas e whisky. Me vi numa letra de música do Matanza. Ressaca sem fim.
Fomos para casa (pouco me lembro), a Renata me xingando por que eu estava alcoolizada... Mas da última vez que saímos juntas eu fiquei muito pior. Até postarei a foto do dia. Eu com um macacão jeans impossível de tirar estando ébria. Amiga é isso: Levar ao banheiro e ainda ajudar a tirar a roupa, carregar até em casa e ainda tirar os sapatos. Aquele dia foi caótico. Maldito open bar.
Acordei cedo e vim embora, ainda tinha que tomar insulina...
Eu e o Max (o amigo da Rê), andando pela rua, amargando uma ressaca maldita.
Dormi um pouco em casa, comi e saí. Detecter ainda me esperava.
Esses eventos são bem parecidos... Posers e andrógenos desfilando. Covers e mais covers. Uns muito ruins e outros "ouvíveis". Adolescentes bêbados caindo pelos cantos. Garotas beijando garotas. Mas esse evento foi especial. Finalmente consegui ver o Piter e sua banda. Toda vez que tento é inútil. Até quando eles abriram para o Matanza não consegui ir. Nas duas vezes. Fora quando fui e passei mal. Cinco cervejas e jatos de vomito a la Linda Blair em "O Exorcista". Rola uma maldição no show da Huguenots. Dessa vez não bebi de cair, mas estava numa ressaca...
Mas deixando de lado as coisas ruins dos eventos de rock underground cariocas... O lado bom: Amigos que quase não vejo, vejo lá. E sentamos e rimos e falamos MUITA merda e rimos dos figuras e bebemos e batemos cabeça...
Detecter foi isso. Ao bom som da Huguenots (sim, quem vê o pequenino Piter não imagina o quanto ele toca) e alguns bons covers.
Em especial a Fall in Danger. Banda cover do Maiden que acho muito boa. Fiquei até tarde esperando a apresentação deles, que foi a ultima. Quando começaram a polícia chegou e fim. Meio show para a gente.
Mas o mais interessante do domingo foi o meu anjo vendo meu lado trOO.
Espero que me ver bebendo e fumando e falando merda e bangeando não tenha sido broxante.
E viva o rock´n´roll, como diz o Gringo!!!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Quinta-feira. Desde domingo sem escrever. Nada de interessante aconteceu. Não que hoje tenha acontecido... Mas sobrou-me um pouco de tempo. E como não tenho força pra ir até Botafogo tomar uma cerveja... Postarei.
Os dias têm se arrastado. A rotina de dona-de-casa continua firme e forte. Terça recebi a visita de um anjo. Quarta iniciei o curso de computação gráfica. Tem horas que me irrito com a inclusão digital. Principalmente quando aqueles tiozões invadem meu orkut ou tagged querendo o msn da "gatinha" que vos fala. Mas o que me tirou do sério foi aquela meia dúzia de alunos de 12/13/14 anos com um residual cheiro de leite, fazendo piadinhas sem graças e indevidas.
Quarta me descobri preconceituosa e egoísta. Sim sim, pois é! Aquelas crianças estúpidas e a possibilidade de ter que usar o micro em dupla...
Mas até que é bem legal o tal curso. Precisava estudar algo estimulante.
A saúde? Na merda. Sem outra palavra. Para acompanhar as dores nas costas me aparece uma inflamação na garganta. Dói, como dói.
Mas apesar de tudo estou bem. Com uma esperança na vida, uma fé...
Tenho a impressão de que algo muito bom está para me acontecer.

domingo, 31 de agosto de 2008

Escadaria do Méier



Cansadas da violência no bairro em que vivíamos e também da ladeira e das escadarias do prédio nos mudamos. 4° andar, elevador, espaço tipo play, muito movimento, índice pequeno de assaltos. Parecia perfeito. Até que descobrimos que o elevador vive com defeito. Será que me mudei para o Cosme Velho? O nome do prédio é Corcovado? Nem. Subir quatro andares de escada não é para qualquer um. Ainda mais se como eu, és uma velha precoce. Sim, sim... Estou com um problema na coluna que me acaba o quadril ... Tenho andado igual uma mulher parida. Acho que o agravante foi correr cerca de uns 500 metros as quatro da madruga e subir o equivalente a cinco andares. Ou talvez subir esses cinco andares com milhares de sacolas de compras, várias vezes. Capaz de nunca mais esquecer de alongar antes de dançar. Trauma. Céus, só tenho 20 anos. Já não me basta a diabetes?!?! Não, a coluna tem que sacanear junto.

Mas vou me abster de reclamar. Apesar de eu ser uma moça latina-americana que também sabe se lamentar, by Raul Seixas.
Fim de semana ótimo.
Na sexta, cineclube LGBT com Laura de Vison no Odeon. Curta, documentário e biografia da transformista, falecida ano passado. Após a mostra, festa no café comandada pelo DJ Great Guy.
Galerinha divertidíssima. Amigos, amigos de amigos, gente interessante, boa música, muita dança, risadas, cervejas, cigarros e ida ao banheiro masculino. A noite bem do jeitinho que eu gosto.
Sábado foi descrito no post anterior...
E domingo foi prazer e dor. Calma, calma. Nada de sadomasoquismo...
Depois desse caos de sobe e desce escada eu passei o resto do domingo nos braços de alguém muito especial. Um anjo. As vezes nem sei se ando fantasiando. Se eu não sentisse seu corpo, não acreditaria ser real.

E encerro. Só me resta esperar a segunda-feira...

sábado, 30 de agosto de 2008

Festa de Família


Um milhão de primos de graus variados e tias centenárias. A maioria você nem conhece. Ou conheceu num passado remoto. E se realmente conheceu pode ter certeza que alguém vai obrigá-lo a lembrar.
"Essa é a tia Maricotinha. Como você não lembra dela?!?!?! Daquela vez em que aconteceu aquilo naquele lugar... Ah, pára! Você lembra sim!"
Incrível. O mais incrível é A-D-O-R-A-R essas situações curriqueiras. Tem outro incredible na história. Eu sempre saio de casa obrigada, achando que vai ser o cúmulo do tédio. Mas sempre me divirto muito. E é tudo sempre igual. Mesmas pessoas, mesmas histórias, mesmas piadas.
Uma coisa que sempre rola é o olhar "cima a baixo". Chego e sinto os olhares todos em mim. Sempre fui a feinha-engraçadinha e esquisita. Fora do padrão. Mas, sabe... Sempre fui a queridinha de todos. Não se pode ter tudo, não é mesmo?
Hoje foi diferente. E incômodo, sim, muito incômodo. "Nossa, Priscillinha! Como você está bonita! Está linda! Ótima..." Seria uma espécie de massagem no ego se eu não pensasse que tipo de monstro eu era. Outra coisa que reparei foi que não me perguntaram se eu estava namorando.
Me conhecendo bem e vendo como eu estou bonita (segundo eles, não opino) devem estar achando que estou na pegação.
Tirando os holofotes de cima de mim... A festa do lado Raibott é sempre ótima. Todos animados, comida boa e farta, cerveja gelada, boa música e muito amor familiar. Sim, nos gostamos muito.
Hoje foi algo mais simples... Só os parentes mais chegados num espaço no prédio da minha prima. Prima essa que está completando 80 anos hoje. É... Sou um dos poucos familiares na faixa dos 20. Mas não pense você que é similar a uma festa no asilo. Todos de pé, rindo, brincando e dançando. A música da festa era ao vivo. Um sambinha perfeito que me fez voltar para casa com saudades do Noel (Rosa)...
Se não fosse aqueles doces maravilhosos me lembrando como é sofrida a vida de um diabético, teria sido impecável o dia.
Minto, teria sido impecável o dia se minha avó estivesse lá... Junto com as quase centenárias.
Já se foram tantos de sua época. Mas não há como disfarçar... É dela que sinto mais falta. É lembrando dela que meus olhos se enchem de lágrimas. E ouvindo a seguinte música lembrei do quanto ela me fez feliz e o que ela fez por todos nós. Tudo isso de olhos marejados...


Naquela Mesa (Sérgio Bittencourt)

Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor
Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã
Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída, não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Vá pro diabo que te carregue!!!


Vá, vá, vá, vá, vá, vááááá pro diabo que te carregue!

Vá pro raio que o parta!!!!


Sabe aquele dia em que você acorda com vontade de mandar todo mundo, sem exceções, tomar bem no meio do olho do cu? Bem explicadinho para não errarem o endereço. Então, hoje foi um dia assim. Aquele dia que você acorda virado. Bem, na verdade já dormi assim.
Levei um ignored de dois amigos no msn... Meia dúzia de desaforos e grosserias de um... E como boa canceriana sensível que sou...

Hoje dei folga para a Amélia. Busquei o guri na escola e só. Fiquei na casa do meu pai, descansando... Estaria descansada se não me irritasse com facilidade. Oh dia difícil esse, tentando não pular na jugular de ninguém. Podia jurar que havia algo de licantropo no meu sangue hoje.

Uma hora conseguirei ser contrariada e manter um sorriso de Dalai Lama no rosto junto a paciência de uma Super Nany.
Estava doida para chegar em casa e ouvir e cantar e fazer dancinhas indie estranhas ao som de "O Raio Que O Parta - Superguidis"...

Superguidis é uma banda independente do Rio Grande do Sul. Um som meio sujo e de MUITA qualidade. Uma das melhores da cena rock nacional atual. Embora também eu ponha o Vanguart nessa classificação.
As letras são únicas. Há um "que" de non sense... Debochado, mas ainda sim sensível. Daquelas que você canta quase que soletrando e de olhos bem fechados.
Conheci o som deles através de um amigo do Sul, o Metz. Qualquer dia vou lá assistir um show do Guidis. Afinal, já me considero fã.


Falar em Metz, ele e a nossa galera (da comunidade Vamos Falar de Rock´n´Roll) vêm para o Rio em novembro. Nem tô feliz. Odeio esse pessoal que mora em São Paulo, que se vê todo mês.
Não, nem estou com inveja. Sábado agora, por exemplo, vai haver orkontro. Eles se verão, beberam e etc. Eu estarei numa reunião de família. Sendo forçada a lembrar de primos de 7° grau e a aturar olhares daqueles "cima a baixo".
Whatever.
Termino o post de hoje indicando umas músicas do Superguidis que gosto muito(quem sabe um dia eu saiba dispor músicas para download em blog, mas por enquanto vai só a indicação mesmo):
"O raio que o parta", "O Manual de instruções", "Discos Arranhados", "Nunca vou saber" e "Malevolosidade".

Enjoy.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A Amélia que há em mim



Acordei cedo. Sim, porque 10 horas ainda é cedo. E só acordei as 10 porque fui dormir muito tarde. Seria capaz de ter acordado as 8:30 ou 9:00 se tivesse deitado (relativamente) cedo.
Acordei as 10 hs e de bom humor.
Dei um jeitinho na casa, tomei banho, fui buscar o Gabriel na escola, dei almoço, continuei ajeitando a casa, estudei com o menino, levei na natação, andei pela rua vendo algumas coisas pessoais, busquei o pequeno na natação, comprei algo pra ele comer, brinquei com ele no play, subimos, dei banho nele, dei mamadeira, continuamos a estudar, adiantei o jantar e fui na rua de novo.
Nunca, repito, NUNCA me imaginei numa situação assim.
Embora eu seja romântica e tenha o instinto materno super hiper ultra mega aflorado, não me vi uma só vez brincando de casinha.

Como eu havia mencionado na última postagem, a babá/empregada da casa sumiu.
E, como sou a única desempregada da casa, coube a mim os afazeres domésticos.
Havia dito também que fui criada por uma tia. Na verdada foram duas. Há também a tia Valéria, mãe do Gabriel.
Sobrou pra mim também os cuidados com o garoto.
Coitados. Coitado do menino, coitado do meu lar.
Não sei e não gosto de coisas relativas a casa. A não ser decoração, que AMO. Mas aí já é outro assunto.
Coitados... Foi o que pensaram.
Mas nãããão.
Me descobri uma super mulher. Dou conta de tudo e algo mais!
Pior, eu estou adorando.
Adorando talvez pelo fato de não me sentir inútil e nem ser taxada do mesmo.
Já não era tarde para amadurecer.
O fato é que fui mimada e nunca precisei me mexer. Quando precisei, no susto, fracassei.
São coisas que me arrependo. Não ter aprendido a me virar em casa, não ter estudado muito e me acomodar.
Mas estou conseguindo mudar esses defeitos. Venho querendo a muito tempo... Tentando a algum...

Falar em mudanças... Tranquei a faculdade, não estava certa de que queria ser publicitária.
Procurei um curso, afinal parada eu não vou ficar. Design de interiores. Uma paixão.
Unidades caríssima e distantes. Desisti. Mas só por esse semestre. Desisti não, adiei.
Fui ver um curso de web designer. Afinal, passo tanto tempo no computador, na internet...
Por um pacote fiquei com o curso de web designer e... Softwares de comunicação!
Troquei seis por meia dúzia, já dizia a minha avó.


Nossa, meu blog virou um simples diário. E do que estou reclamando se disse que ninguém o veria?
Ahhhh, mas tinha que ter alguma utilidade.
Eu deveria falar sobre algo legal.
Bem, não tenho ido ao cinema, nem visto filmes, nem lido (sem intervalos) e nem descobri uma banda legal.
Então, fica para a próxima.
Não, lembrei agora.
Não descobri uma banda, mas REdescobri outras.
Mudanças no meu mp3. Nada de metal, tirando o Blind Guardian que está lá desde que ganhei o player.
Tenho escutado muito Raul Seixas, Secos & Molhados, ABBA, Matanza e Los Hermanos.
Ouvia muito o Secos e o Ney na infância, quando passava as férias da casa da Vó Neida. Curtia, achava legal e só. Comecei a prestar mais atenção... Letras, melodias, instrumentos... Nossa, Secos & Molhados é perfeito. Estou vendo como os pais (ou avós?) do Tuatha de Danann. As flautas, o folclore...
Músicas do dia: Eu também vou reclamar, Bandoleiro, Gimme! Gimme! Gimme!, Ela roubou meu caminhão e Veja bem, meu bem.
Um de cada, respectivamente.
E por hoje é só, pessoal.
=D

p.s.: Mais uma vez peço desculpas pela má acentuação.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Só mais um blog...

Ah, então, poizé...
Mais um blog que eu tenho quase certeza que vou abandonar.
Outra certeza que tenho é que só eu vou ver.
Tá, nem... Mas eu vou ter vergonha de mostrar. Aí a certeza é tão absoluta quanto a redundância aqui presente.
Então, já que estou aqui vamos lá. Apresentação:
Nome: Priscilla (Pri, pois juro que as vezes eu mesma esqueço que fui batizada Priscilla)
Vulgo: Chilli. Proveniente de minha paixão por pimenta.
Ocupação: Nenhuma.

Bem, chega, está parecendo perfil de Orkut.
Farei um resumo, dos 0 aos 20 anos.
Fui uma criança não tão desejada. Minha mãe sem base familiar, meu pai um porra-louca. Logo, sobrou para a minha avó me criar, quando minha mãe foi embora e eu tinha 2 anos.
Aos 13 minha avó morreu. Terminei de ser criada por minha tia, Cláudia, quem considero mais do que mãe. É um ídolo pra mim.
Hoje estou crescidinha. Já fui criada. Só não tomei um rumo na vida.
De manhã tranquei a faculdade de Publicidade. Não estava curtindo, a grana estava curta e a babá do meu primo sumiu.
Hoje então, estou vivendo uma fase dona de casa.
E sou um fracasso nisso, diga-se de passagem.
Mas até que o guri fica bem comigo. Me obedece, me respeita... Vamos ver até quando.
E veremos também quanto tempo minha paciência dura.
Se bem que é fácil... Só consultar meu ciclo menstrual.

A introdução (ui) já foi.
Quero falar de minhas paixões.
Dança do ventre, culturas e "viver a amizade".
Danço a pouco tempo. Comecei no fim de fevereiro.
Mas até que sou boa. Encontrei algo nesse mundo que gosto, me dedico e sei fazer.
Juro que achei que isso não aconteceria um dia.
Culturas: Música, cinema, livros e teatro.
Música fica por conta do rock. Inclusos: Metal (Pagan, power, heavy), country, alternativos e mais alguns que seria longa a expilcação;
Cinema, ah, o drama. Oh, Almodovar... Oh Cinema asiático...
Livros, ando dura pra comprá-los. Mas gosto dos baseados em fatos reais, de relatos, biografias...
E sim, sou pottermaníaca! Não gostou, me chuta!!!
Li "A Estrada da Noite" do Joe Hill, filho do Stephen King. Um terror contemporâneo... Gostei muito e já tenho em vista o outro dele, "Fantasmas do séc. XX"...
Mas não foi o ultimo que li. Li "Twilight", de Stephenie Meyer. Nõ vi grandes coisas... Mais um romancezinho vampiresco. Definitivamente preciso ler "Dracula".
Mas não nego que devorei o "Crepusculo" (Twilight)...
Teatro. Então... Graças a Deus meu pai trabalha em teatro. Sim, sim. Ele é iluminador.
Logo, assisto muitas peças e todas de "grátis". Sempre adio os estudos teatrais. Sem eles não conseguirei ser dubladora. Coisa que eu almejo.
Já trabalhei com meu em iluminação de eventos. Mas aí já é outra história.

Separei um parágrafo para eles porque eles merecem!
Sim! Eles, meus amigos! Os de farra, os doadores de ombro, os que moram longe...
Fran, Octávio, Carol e Monique. Meus mosqueteiros. Sempre presentes.
Metz e Rafa, conheci na net. São tão amigos quanto os antes citados. Conto com eles, mesmo a distância. Metz no RS, Rafa em SP.
Oh, quantas noites eles seguraram minha barra... Eu caindo, pedaço por pedaço, por um amor que... bem, nem sei classificar.
Não desmereci nenhum amigo. Esses tiveram um papel importante e recente na minha vida. Ou nela toda, como a Monique.
Fiz ótimos amigos esse ano e ano passado.
Aprendi a classificar melhor as "amizades" também.


Momento atual: Cuidando do coração, da cabeça e da vida. Tentando por as coisas em ordem.
Essa foi um prévia do que virá, ou não, pela frente.
Essa é a minha cabeça e o que nela há.

P.S: Sim, faltaram alguns acentos. Massss, ao corrigí-los, a digitação a frente é "comida". E como sou preguiçosa...

Aos 5... E aos 20...