
Cansadas da violência no bairro em que vivíamos e também da ladeira e das escadarias do prédio nos mudamos. 4° andar, elevador, espaço tipo play, muito movimento, índice pequeno de assaltos. Parecia perfeito. Até que descobrimos que o elevador vive com defeito. Será que me mudei para o Cosme Velho? O nome do prédio é Corcovado? Nem. Subir quatro andares de escada não é para qualquer um. Ainda mais se como eu, és uma velha precoce. Sim, sim... Estou com um problema na coluna que me acaba o quadril ... Tenho andado igual uma mulher parida. Acho que o agravante foi correr cerca de uns 500 metros as quatro da madruga e subir o equivalente a cinco andares. Ou talvez subir esses cinco andares com milhares de sacolas de compras, várias vezes. Capaz de nunca mais esquecer de alongar antes de dançar. Trauma. Céus, só tenho 20 anos. Já não me basta a diabetes?!?! Não, a coluna tem que sacanear junto.
Mas vou me abster de reclamar. Apesar de eu ser uma moça latina-americana que também sabe se lamentar, by Raul Seixas.
Fim de semana ótimo.
Na sexta, cineclube LGBT com Laura de Vison no Odeon. Curta, documentário e biografia da transformista, falecida ano passado. Após a mostra, festa no café comandada pelo DJ Great Guy.
Galerinha divertidíssima. Amigos, amigos de amigos, gente interessante, boa música, muita dança, risadas, cervejas, cigarros e ida ao banheiro masculino. A noite bem do jeitinho que eu gosto.
Sábado foi descrito no post anterior...
E domingo foi prazer e dor. Calma, calma. Nada de sadomasoquismo...
Depois desse caos de sobe e desce escada eu passei o resto do domingo nos braços de alguém muito especial. Um anjo. As vezes nem sei se ando fantasiando. Se eu não sentisse seu corpo, não acreditaria ser real.
E encerro. Só me resta esperar a segunda-feira...
Mas vou me abster de reclamar. Apesar de eu ser uma moça latina-americana que também sabe se lamentar, by Raul Seixas.
Fim de semana ótimo.
Na sexta, cineclube LGBT com Laura de Vison no Odeon. Curta, documentário e biografia da transformista, falecida ano passado. Após a mostra, festa no café comandada pelo DJ Great Guy.
Galerinha divertidíssima. Amigos, amigos de amigos, gente interessante, boa música, muita dança, risadas, cervejas, cigarros e ida ao banheiro masculino. A noite bem do jeitinho que eu gosto.
Sábado foi descrito no post anterior...
E domingo foi prazer e dor. Calma, calma. Nada de sadomasoquismo...
Depois desse caos de sobe e desce escada eu passei o resto do domingo nos braços de alguém muito especial. Um anjo. As vezes nem sei se ando fantasiando. Se eu não sentisse seu corpo, não acreditaria ser real.
E encerro. Só me resta esperar a segunda-feira...
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