
sábado, 15 de novembro de 2008
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Show do Judas enfim.
Cheguei com o show iniciado.
E que porra de lei mala que proíbe fumar em locais fechados.
Mais malas são os seguranças. Fico imaginando o treinamento deles...
"Aprenda a detectar fumaça", "Olhe em volta, viu uma ponta avermelhada é brasa", etc.
A abordagem é melhor:
- Segure o pulso do fumante metido a espertinho.
- Olhe para a cara dele e aponte para o cigarro, na esperança que ele compreenda que é para apagá-lo.
- Por último olhe feio para a cara dele, assim ele não voltará a infringir a lei.
Ao menos não me mandaram consumir o maço todo ou jogá-lo no lixo.
Citibank Hall vazio. Vazio para o Judas. Porra, o que esse povo anda ouvindo que não foi ao show.
Como RBD lota a casa e Judas Priest não?
Melhor assim. Mais tranquilo para uma mocinha sozinha. Sim, fui só.
Era cena bonita de se ver. Idades mistas. Boa quantidade de tiozões e tiazinhas, pais e filhos e jovens.
1:45 de show, aproximadamente. Muito pouco. Para mim, que prefiro Judas no início de carreira ficou faltando "The Ripper", "Victim of Changes" "Screming for Vengeance" e "Rocka Rolla"(minha biografia). "Diamonds and Rust", uma das minha preferidas, também.
Mas sem muitas reclamações. Me surpreendi vibrando com "Painkiller''! Surpresa nem tanto. Hill arrasa. Aliás, todos. Ápices: Halford entrando no palco de moto e ficar quase cara a cara com o K.K.
Halford em plena forma vocal.
Ouvir seus gritos ao vivo não se compara a nada. Certeza que baterei no peito e falarei aos meus netos: Vovó viu o Judas Priest. E foi demais. Toma esse cd e ouça música de verdade (e meu neto, provavelmente numa evolução mais trash de emo, olhará aquele objeto desconhecido e rirá, o filha da puta).
Aqui se despede uma metaleira que dormirá feliz.
Obrigada, oh pai, o natal chegou mais cedo.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
"I was so high I did not recognize..."
Assim começou o show do Maroon 5.
E eu, como não podia deixar de bancar a tapada, estava no banheiro.
Mas isso é relevante.
Saí correndo driblando seguranças que queriam me arranjar um lugar na arquibancada e me ajudar com informações. Loucos.
Lá estava ele. Adam Levine. Com uma calça skinny igual a minha, diga-se de passagem.
Fiquei eufórica. Encostou uma groupie em mim. Voltei no tempo, cerca de 7 anos atrás. Show dos Backstreet Boys. Eu vibrando, emocionada. Comparação inútil tendo em vista que daqui a mais 7 anos não vou me envergonhar de ser fã do Maroon.
Não teria como. Ouvi "eca" a semana inteira quando falei sobre o show.
Besteira. Parecia que estava ouvindo o cd. Não, não era playback. No way.
Adam canta muito, sim. A banda toca muito. Vibrei ouvindo o piano de Jesse Carmichael. E gritei quando ele solou.
Mais uma vez me remeti aos meus 13 anos, eu em pleno Maracanã gritando "A.J eu te amo! Me dá seu telefone! Casa comigo!"
Enfim, dessa vez cantar todas as músicas aos berros e lacrimejar ao som de The Sun foi o suficiente.
Só de pensar que não viveria este momento...
Maroon 5 é uma das minhas bandas preferidas e olhe só, nem é metal!
Achei que não conseguiria ir, pois vida de desempregado é foda. Não há melhor palavra.
Mas meu pequeno pai, Jorge Bolseiro, me deu de dia das crianças ingresso.
Yeah, eu ainda ganho presente de dia das crianças!!!
A grana que tinha conseguido segurar comprei o ingresso do Judas Priest.
Fui a criança mais feliz nesse 12 de Outubro.
Ansiei pelo dia.
Portão abrindo as 21:00, D. Franciny me chega aqui as 20:00 querendo ainda comer e etc.
Não preciso dizer que lhe enfiei qualquer coisa goela abaixo e a arrastei para a rua.
HSBC Arena. Porrinha de lugar longe do cacete.
Longe não, mas de difícil acesso.
E porque pessoas cismam em dar informação mesmo sem saber?
Pedi ajuda a uns 3 ou 4 transeuntes. Todos enrolados e dando direções completamente opostas!
Enfim chegamos.
Proibida a farofada. Coma seus perecíveis aqui ou jogue-os no lixo. Não entrará com eles.
"Meu bem, sou diabética. E se eu precisar comer, passar mal...?"
De fato passei. Hipoglicemia. Pura emoção. Ridículo eu sei. Mas foda-se. Com todas as letras:
F
O
D
A
-
S
E
Por que eu vi o Maroon ao vivo. Cantei junto. Gritei.
E agora é esperar o Judas...
Amanhã!
Aguardem informações.
I won't go home without you - A galera cantando junto com o Adam
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
"Qualquer dia desses vou fugir de casa... [05/11/08]

sábado, 25 de outubro de 2008
Um bom filho a casa torna...
A preguiça em mim abunda. E se alia a falta de computador.
Meu amor, meu filho, meu namorado, meu amado pc está em greve.
Liga, mas nem executa nada.
Sem muitas novidades...
Vou ao show do Judas Priest. E o Maroon 5 também!
Continuo desempregada.
Voltei ao status solteira.
Mais três apresentações de dança do ventre, ou seja, mais ensaios exaustivos.
Tive mais um domingo insano, com direito a briga de torcida organizada em frente ao restaurante que eu almoçava. Vasco X Flamengo. Muita porrada, desespero e morteiros.
Ganhei o título oficial de "Ovelha Negra da Família".
Sabe aqueles dias que você acorda cheio de idéias e ao tentar por em prática esquece?
Então, é hoje.
Passar bem.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Capetas em forma de guris
É preciso ser bem caótico. Senão não tem graça.
Dia das Crianças.
Não, não. Nada de dia 12 de outubro e presentes. Foi dia das crianças perturbarem.
Votação para prefeito e vereador. Espero meu pai me levar em Ramos para votar.
Ele, ainda tendo que trabalhar e votar em Copacabana, resolve almoçar antes.
Fomos a Tijuca, no restaurante da portuguesa.
(Deus, não me deixe faltar carro, porque tudo isso de ônibus...)
Chegando lá o Gustavo, enteado do meu pai, cismou de sentar em tal lugar. Meia hora depois estava uma porta de blindex desabando em cima da cabeça dele. Eu podia jurar que havia um alvo embaixo da cadeira...
Desespero. Afinal não é todo dia que uma porta de vidro enorme explode na cabeça de uma criança de 6 anos. E a criança de 6 anos ainda é bem magra e frágil...
Guga grita e chora. Eu olho e vejo um caco enterrado na cabeça dele. Minha madrasta e meu pai correm e apertam a cabeça do guri. Eu me ponho a berrar, "Tira a mão! Não põe a mão!"
Será que não sabem q não se mexe no acidentado????
Meu pai gosta do meu brado e faz o mesmo.
Clientes gritando que era tiro. Levamos a criança ao hospital então.
Meu pai, que já estava com o menino no colo, corre para o carro. Mas para que chaves, celular, nextel e bolsa, né?
Lá vou eu catando tudo que deixaram para trás. Entram cacos na minha sandália. Eu tiro e sacudo, mas não há tempo de repor. Saio correndo com bolsas, celulares, chave do carro, sandália não mão e um pé descalço. O motoboy do restaurante vai na frente abrindo caminho e meu pai atrás jurando que está dirigindo uma ambulância. Entram no hospital correndo. Deixam para trás o carro aberto com a chave na ignição. É, meu pai esqueceu que não sei dirigir. O motoboy se oferece pra estacionar. Entro no hospital, tremendo tanto que parecia que dançava o créu velocidade 10. Sandália na mão, bolsas e nada de avistar ninguém. De repente só dedos me indicando o caminho, como placas. Encontrei. Meu Deus, cada dia que passa estou mais mulherzinha. Olhei a criança, meus olhos inundaram, "Ele vai ficar bem?".
Ficou bem de fato (e eu não terminei meu filé mignon ao molho de vinho com arroz a piamontese...)
Só um susto, pra ver se nós estávamos espertos.
Votei e fui para a casa da Fran. Festa de 3 anos do Coelho, o caçulinha.
Festa de criança é sempre a mesma coisa. Crianças mal-educadas e sujas correndo e empurrando. Doces, muitos doces. Adultos malas puxando assuntos nada a ver.
Mas essa foi com esfihas do Habib´s e Mortal Kombat!
Dentre tudo mais uma menina antipática que quis folgar comigo, descobrir que pegar um táxi na Avenida Brasil é quase impossível, ter 20 é um saco pois os brinquedos tem permissão para idade máxima de 10 anos, festa de criança não tem cerveja...
Salvo o nosso campeonatozinho de Mortal Kombat!
Anos que não jogava fliperama...
Ou "frip"/"friper" como alguns menos favorecidos costumam dizer.
Cara, tinha esquecido como era bom!!! E junto esqueci todos os macetes de poder.
Ficamos só nos chutes e socos e liberando poder por pura cagada.
Reparem que há sempre um engraçadinho que escolhe o Motaro.
Para quem não se lembra, Motaro é aquele centauro enorme que só é vencido se o oponente agachar e socar debaixo para cima. Eu não lembrava disso. Perdi o campeonato.
Também havia me esquecido que quando começo a jogar não consigo parar. Monopolizei a máquina e estava quase rosnado quando se aproximavam. Coisas da vida.
Acabou a festa e fiquei esperando a mãe da Fran me levar a um ponto mais próximo. Com isso saí de Bonsucesso mais de 22:00.
Cheguei em casa quase as 23:00. Abrindo meu portão, olho de relance para o lado e vejo uma cabeça. "Puta que me pariu. Morei 7 anos em Ramos e nunca vi nada similar!"
Lá vem o ataque de vara verde de novo. Dessa vez 3 vezes mais intenso.
Não, não era uma cabeça cortada no meu portão. Era um táxi estacionado com um homem deitado ao lado. Só pude ver a cabeça.
Um bêbado, um morto, um infartado?
Não, um mendigo que SEMPRE dorme ali, segundo minhas tias.
Nunca reparei. Nunca.
sábado, 4 de outubro de 2008
CPF (Carol, Pri e Fran)
Deixei de ir no Electron... Uma dessas festinhas gays que adoro ir. Mas valeu a pena sim. Sempre vale. Passemos disso para a novidade do dia: estou namorando.
Yeah, morre a Chilli pegadora e nasce uma Chilli compromissada. Mas a essência é a mesma, eu garanto.
Agora só é menos festas e nenhuma pegação.
E depois de tanto fugir do compromisso, eu mesma pedi o "anjo" em namoro.
Já que vou largar a vida boêmia, que tenha algum estilo...
E o anjo, que por vezes citei nesse blog, se chama Ernanes.
Já não há mais porque "preservá-lo".
Por hoje é só. Fique ligado e espere mais um capítulo da sua novela mexicana "La Cabeza de La Chilli".