Priscilla Raibott. Atriz e modelo. Modelo capilar.
hahaha
Sim, sim. Modelo Capilar da Alfa-Parf.
Fazer o cabelo de graça não é nada mal, não é mesmo?
O ruim é você não ter muito poder ou escolha sobre o seu cabelo, que agora é deles.
Precisavam de modelo para tintura vermelha. Eu que pinto o cabelo a 3 anos de vermelho e estava investindo no cobre, não vi nada demais.
Mas não gostei do resultado. Um vermelho escuro.
Segundo meu pai fiquei sóbria. Uns dizem que fiquei chique.
Mas o vermelhão encaracolado é o que expressa minha personalidade.
Vibrante, efusiva, "descolada"...
E na volta pra casa, sorumbática, eis que recebo um sms.
"Bateu saudade. Tem um tempo que penso em você direto. Espero que esteja bem."
Estaria melhor se não tivesse recebido sua mensagem.
Leave Chilli alone. Live your life.
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Desejos estranhos...
Passam longe de querer comer geléia de gordura de baleia na madrugada...
Desejos de uma vida normal.
Yessss, sir!Casar e ter filhos. Isso separadamente. Porque as duas coisas juntas são demais!
A idéia de criar uma criança, dar amor, carinho, conhecimento e depois vê-la abrir as asas e alçar vôo e reger sua vida é tentadora. Até combate o medo das dores pré e pós-natais, as noites nunca mais dormidas (mamadas noturnas, doenças e baladas, respectivamente), a possível ingratidão do ser que sairá do meu ventre ou duma casa de adoção, as facadas financeiras,o sexo escasso e silencioso, etc.
Bem, essa história de filho me vem em momentos de extrema solidão e futuro incerto.
Mas já a do casamento...
Sábado, casamento de Thiago e Bete.
Thiago é um amigo do meu pai, pouca coisa mais velho que eu.
O vi adolescente, cheio de espinhas e de repente está Thiaguinho em cima do altar. De olhos marejados e nervoso.
Casamento numa igreja evangélica, mas deveras bonito e interessante. Noiva entra ao som de Glory of Love (música tema de Karate Kid) e sai ao som de Somewhere Over The Rainbow.
Devido ao fato dos dois serem de teatro, ele iluminador, ela atriz, foi tudo descontraído e divertido.
Sem dúvidas, eu, no auge da minha TPM e emotividade me imaginei num vestido vintage, de batom vermelho e muitas pérolas...
Entrando na igreja ao som de The Way You Look Tonight. Espero que meu "noivo" saiba cantar e cante-a para mim no final dos votos. E a festa, abrimos a pista com "I Say a Little Pray For You". Já identificou o filme, né?
Apenas sonhos...
Me vejo sentada, com um copo de whisky suado, fitando o vazia ao som de Edith Piaf ou Blind Guardian, com um jornal com a crítica, boa ou ruim, da peça que estou em cartaz.
A volta da boêmia...
Um mês.
Um mês que não sentia a brisa fresca da manhã no meu rosto.
Um mês que não tomava um gole de cerveja.
Um mês que eu não beijava ninguém enquanto pensava em outra pessoa. Mas pensava na mesma enquanto sentia o vento das primeiras horas da manhã.
Todo divertimento cai no esquecimento enquanto volto para casa, junto com as pessoas legais que conheci, junto coma conversa boa...
Mas meu distúrbio de atenção também se anula.
Ouço diversos pássaros cantandoe alguém conversando com eles em seus respectivos idiomas.
percebo que o primeiro prédio da rua tem jardim e olho embasbacada o sol iluminando suas flores vermelhas e amarelas.
Reparo que a marca de bola no doblô estacionado ainda está lá. Há meses.
Muitas pessoas saindo para trabalhar e eu chegando. E dessa vez nem sinto vergonha.
Paro na padaria, sem desligar os ouvidos do trem passando na estação.
Chego em casa, tomo uma dose de insulina, café da manhã e sento.
Escrevo até o sono me arrematar.
Um mês que não sentia a brisa fresca da manhã no meu rosto.
Um mês que não tomava um gole de cerveja.
Um mês que eu não beijava ninguém enquanto pensava em outra pessoa. Mas pensava na mesma enquanto sentia o vento das primeiras horas da manhã.
Todo divertimento cai no esquecimento enquanto volto para casa, junto com as pessoas legais que conheci, junto coma conversa boa...
Mas meu distúrbio de atenção também se anula.
Ouço diversos pássaros cantandoe alguém conversando com eles em seus respectivos idiomas.
percebo que o primeiro prédio da rua tem jardim e olho embasbacada o sol iluminando suas flores vermelhas e amarelas.
Reparo que a marca de bola no doblô estacionado ainda está lá. Há meses.
Muitas pessoas saindo para trabalhar e eu chegando. E dessa vez nem sinto vergonha.
Paro na padaria, sem desligar os ouvidos do trem passando na estação.
Chego em casa, tomo uma dose de insulina, café da manhã e sento.
Escrevo até o sono me arrematar.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Ai, as surpresas da vida...
Tudo ia tão bem. Finalmente tinha um caminho a seguir, um propósito, planos...
Interrompido por uma demissão.
Faltando apenas metade da grana pra viajar, eis que caio doente. Infecção renal.
Uma semana internada e na volta ao trabalho "SURPRIIIIISE!". Demitida.
Mas ainda não desisti. Nem quero falar sobre essas frustrações agora.
Falo talvez sobre a peça "Sorria, você está sendo roubado" que é um sucesso.
Capa do Segundo Caderno do Globo, eu em foto no Extra, JB...
Temporada novamente prolongada, platéia lotada. Elenco unido, papel gostoso de fazer...
Sábado foi aniversário de uma amiga de elenco. Festa no subúrbio. Cerveja, churrasco, samba, funk e muita gente de bem.
Havia épocas que não me divertia assim.
Domingo sushi na casa da Fran.
Sushi, yakissoba, sorvete, campeonato de Mortal Kombat no PS2, uma tempestade e o fim de fornecimento de energia.
As coisas mais simples são tão prazererosas e reconfortantes, mas tão facilmente ignoradas.
Três "irmãos" deitados numa cama de casal. Ouvindo a chuva, brincando de adedanha e "quem sou eu?". Comendo besteira e rindo muito.
Todo clima de roça quebrado apenas pela luz de um celular.
A foto da postagem não se aplica a mesma.
São grandes amigas, de longa data, que não via há anos.
Tudo ia tão bem. Finalmente tinha um caminho a seguir, um propósito, planos...
Interrompido por uma demissão.
Faltando apenas metade da grana pra viajar, eis que caio doente. Infecção renal.
Uma semana internada e na volta ao trabalho "SURPRIIIIISE!". Demitida.
Mas ainda não desisti. Nem quero falar sobre essas frustrações agora.
Falo talvez sobre a peça "Sorria, você está sendo roubado" que é um sucesso.
Capa do Segundo Caderno do Globo, eu em foto no Extra, JB...
Temporada novamente prolongada, platéia lotada. Elenco unido, papel gostoso de fazer...
Sábado foi aniversário de uma amiga de elenco. Festa no subúrbio. Cerveja, churrasco, samba, funk e muita gente de bem.
Havia épocas que não me divertia assim.
Domingo sushi na casa da Fran.
Sushi, yakissoba, sorvete, campeonato de Mortal Kombat no PS2, uma tempestade e o fim de fornecimento de energia.
As coisas mais simples são tão prazererosas e reconfortantes, mas tão facilmente ignoradas.
Três "irmãos" deitados numa cama de casal. Ouvindo a chuva, brincando de adedanha e "quem sou eu?". Comendo besteira e rindo muito.
Todo clima de roça quebrado apenas pela luz de um celular.
A foto da postagem não se aplica a mesma.
São grandes amigas, de longa data, que não via há anos.
Que também fazem parte dessa minha felicidade momentânea.
P.S.: Ainda devo o conto do Joe Hill.
domingo, 31 de janeiro de 2010
29/01
10: 22 da manhã. Estou no trabalho. Um súbito desejo de escrever. Como uma grávida que tem vontade de comer tijolo molhado após uma chuva. Acabo de ler um conto de Joe Hill, do livro “Fantasmas do século XX”. Joe Hill é filho de Stephen King “O mestre do terror”. Herdou o talento do pai. Embora eu não saque muito King, só o que leio sobre ele por aí. Posto o conto logo em seguida desse.
As semanas que se passaram têm sido de muita leitura. Já que não tenho textos a decorar e nem muito o que fazer pela manhã no trabalho. Chego, limpo, organizo, como algo e espero o primeiro cliente aparecer.
Silmarillion, Lua Nova, Billy Straight e Fantasmas do século XX.
Simarillion abandonado no meio numa época tensa e estressante para uma leitura tão complexa.
Lua Nova não preciso comentar. Sucesso de vendas e e de bilheteria no cinema. Juro que não acho nada demais no livro. Acho até um pouco fútil. Um romance. “Edward é um vampiro, e eu uma humana, agora Jake é um lobisomem. Oh, Deus! Sou uma Julieta contemporânea.”
Mas sou uma jovem mulher que, subconscientemente, gosta destas coisas. Algum traço adolescente que não quer se apagar.(risos)
Billy Straight, nunca ouvira falar de tal livro. Ganhei de amigo oculto da minha amiga Cathy. Ela encomendou o “Fantasmas” pelo Submarino, mas não chegou a tempo.
Um puta suspense psicológico. Brilhantemente conduzido por Jonathan Kellerman. Um garoto de 12 anos, testemunha um crime brutal. Vários personagens. Dissecados capítulo a capítulo. O que são e o que os levaram a ser. BRILHANTE.
Me interessei por terror com Joe Hill. Não foi com seu pai, ou com Poe, ou com qualquer autor vampiresco pré-Crepúsculo.
Minha amiga Fran me emprestou “Estrada da Noite”. Um rockstar compra um terno que vem com um fantasma para sua 'coleção de coisas bizarras compradas na internet'”.
Pode parecer bizarro e talvez desinteressante falando assim... Mas ponho minha mão no fogo pelo Hill. Uma história pertubadora, com casarões abandonados e telefones e mocinhas virgens substituídos por mansões e internet e meninas normais, que transam, bebem e fumam.
E eu, o que ando fazendo?
O clássico resumão: Mais um namoro que não deu certo. Saí de casa, fui morar só, mas acabei caindo na casa do meu pai. O dinheiro do aluguel e das contas vão para a poupança. Viajo meio do ano, se Alah quiser. Peça em cartaz. Bom teatro, boa crítica, bom público. Saindo bastante. Bebendo, dançando e saboreando os prazeres carnais.Amigos perdidos, amizades firmes ainda e novos amigos.
Uma péssima fase seguida de uma beeeem melhor.
Depois da tempestade a bonança, como dizia minha avó Targina.
9 anos sem ela. Quantas saudades...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Bom dia, dia!!!!
Sabe, hoje eu acordei com uma vontade de escrever...
Tá, mentira, vi o blogue da Rafinha e resolvi escrever um pouco.
Boa fase a minha, mas não sei sobre o que escrever...
Logo, este será um post confuso e "torto". Mas de coração, podem ter certeza.
Primeiro vou acender meu cigarro, sim, ainda estou fumando. Não muito, mas estou.
Minha vida de escrava lojista acabou.
ALELUIA.
Vou trabalhar no centro da cidade, de segunda a sábado. Sábado só até as 13 hs.
Domingo e feriados trampando nunca mais (assim espero)!!!
Mudanças.
Muitas mudanças.
Amigos que se foram (não morreram, pus para fora da minha vida apenas), amigos chegando (não de viagem, novas amizades mesmo).
Um novo e decente affair. Um pouco de carinho e sexo faz muito bem, obrigada.
Familia quase que em ordem...
A peça de novembro, "Em carne Viva", está seguindo em frente.
Ensaios para a peça de janeiro também seguindo... Ando super cansada, mas nem vou reclamar.
Hoje acordei cedo e fui ver outra academia para começar a malhar. "Hoje", porque ontem também fui.
Fim de semana tranquilíssimo.
Sexta fiquei em casa lendo "O Silmarillion".
Sábado saí com o boy, nos perdemos no Rio... Estavamos de carro, eu só conheço os trajetos dos ônibus e ele não é carioca e pra piorar a Pça da Bandeira, pra onde íamos estava fechada. Obras no metrô...
Depois de uma hora rodando (chegaríamos normamente em uns 10 minutos) conseguimos chegar no Garage.
Domingo almocei no minha avó e fui para a Parada Gay.
Reencontrei amigos, bebi um pouco, dancei muito, tomei chuva e mostrei toda a minha sensualidade ruiva numa camiseta molhada branca com sutiã de oncinha por baixo...
Passei a segunda-feira com a família e vizinhos. Mais tarde fui ao cinema com a Fran. Vimos "Salve Geral".
Bom filme, nada de tão espetacular... Não vou fazer resenha, agradecida.
Bem, acho que por hora é só.
See you soon.
o/
Tá, mentira, vi o blogue da Rafinha e resolvi escrever um pouco.
Boa fase a minha, mas não sei sobre o que escrever...
Logo, este será um post confuso e "torto". Mas de coração, podem ter certeza.
Primeiro vou acender meu cigarro, sim, ainda estou fumando. Não muito, mas estou.
Minha vida de escrava lojista acabou.
ALELUIA.
Vou trabalhar no centro da cidade, de segunda a sábado. Sábado só até as 13 hs.
Domingo e feriados trampando nunca mais (assim espero)!!!
Mudanças.
Muitas mudanças.
Amigos que se foram (não morreram, pus para fora da minha vida apenas), amigos chegando (não de viagem, novas amizades mesmo).
Um novo e decente affair. Um pouco de carinho e sexo faz muito bem, obrigada.
Familia quase que em ordem...
A peça de novembro, "Em carne Viva", está seguindo em frente.
Ensaios para a peça de janeiro também seguindo... Ando super cansada, mas nem vou reclamar.
Hoje acordei cedo e fui ver outra academia para começar a malhar. "Hoje", porque ontem também fui.
Fim de semana tranquilíssimo.
Sexta fiquei em casa lendo "O Silmarillion".
Sábado saí com o boy, nos perdemos no Rio... Estavamos de carro, eu só conheço os trajetos dos ônibus e ele não é carioca e pra piorar a Pça da Bandeira, pra onde íamos estava fechada. Obras no metrô...
Depois de uma hora rodando (chegaríamos normamente em uns 10 minutos) conseguimos chegar no Garage.
Domingo almocei no minha avó e fui para a Parada Gay.
Reencontrei amigos, bebi um pouco, dancei muito, tomei chuva e mostrei toda a minha sensualidade ruiva numa camiseta molhada branca com sutiã de oncinha por baixo...
Passei a segunda-feira com a família e vizinhos. Mais tarde fui ao cinema com a Fran. Vimos "Salve Geral".
Bom filme, nada de tão espetacular... Não vou fazer resenha, agradecida.
Bem, acho que por hora é só.
See you soon.
o/
sábado, 17 de outubro de 2009
Marley, Skip, Renier, Droopy e Eu.
90% da população com hábitos de leitura leu o livro "Marley e Eu". Okay, inventei a porcentagem. Não sei e nem vou dar um "google" para saber.
Até por que não é bem do livro que quero falar.
Acabei de ver o filme... E é incrível como filmes com cães me tocam. Em especial "Meu cachorro Skip". E agora "Marley e Eu".
A fidelidade e o amor sincero dos cães me enternece. E não poder ter um também.
Tive dois cachorros na minha vida. Todos dois enjeitados.
Renier era um tenerife do tipo do Marley... Roedor, corredor, comedor e com o tempo foi ficando bravo.
Lembro as inúmeras vezes que subi e desci os 12 andares do antigo prédio, levando vários "olés".
Lembro também que minha pobre avó corria a Av. Atlântica toda atrás dele. Num Ano Novo saímos para ver os fogos na orla de Copacabana e ao voltar ele tinha devorado todo o chester...
Um dia fui passar as férias na casa da minha mãe e quando voltei ele não estava mais lá.
Droopy foi o último. O filhote mais bonito e mais doce que já existiu. Um possível poodle misturado com algum vira-lata. Lembro uma das primeiras vezes que fiquei sozinha em casa. Havia um barulho estranho, que logo depois descobri ser o passarinho, peguei o Pipito e aninhei no meu colo. Nos protegeríamos naquela noite.
Tive depressões horrorosas. Logo quando melhorei vivia viajando com meus amigos ou entocando-os na minha casa. Negligenciei o Pipito. Ele sofreu minhas depressões comigo e quando melhorei sofreu minha ausência. Um dia acordei e ele não estava mais lá. Sofri. Muito. Não só a perda do Droopy, mas também jogarem na minha cara que fui uma péssima dona.Ouvi calada e de cabeça baixa. Eles tinham toda razão.
Desde então nunca mais tive cachorro. Em respeito ao Droopy.
Mas que falta faz. Um pedido de carinho, uma lambida molhada bem no meio da cara, ter que levantar cedo para levar para passear, deixar dormir na cama em dias de tempestade, ser recebida com alegria ao chegar em casa...
Paro por aqui.
Postado ao som de La vie en Rose de Edith Piaf.
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